O ALTAR, O COFRE E O SILÊNCIO

Cena simbólica mostra um religioso e um empresário diante de um cofre cheio de dinheiro, representando a relação entre fé, poder econômico e silêncio institucional.

Teodoro, o Tatu, estava quieto na sua toca, lá nos Cafundós do Judas, quando um barulho estranho começou a ecoar pelos corredores do subsolo. Não era trovão, não era escavação clandestina, tampouco promessa de campanha. Era dinheiro caindo. Muito dinheiro. Em cascata. — Ué… — resmungou o Tatu. — Isso não é cheiro de terra […]

Quando o medo vira rotina

Homem observa uma rua urbana à noite com presença policial, simbolizando a sensação de insegurança, medo cotidiano e o impacto da violência na rotina das cidades.

Não foi um assalto… Não foi um tiro… Foi apenas uma conversa atravessada no balcão da padaria… Alguém comentou que agora evita sair à noite. Outro respondeu que já não atende o telefone depois de certo horário, ou de DDD diferente do da sua cidade. Um terceiro confessou que mudou o trajeto diário por precaução. […]

A primeira semana do ano

Homem iniciando a primeira semana do ano em um ambiente urbano, refletindo sobre rotina, recomeços possíveis e a retomada silenciosa do cotidiano após o ano novo.

A primeira semana do ano não tem fogos, nem champanhe, nem discursos inflamados sobre o futuro. Ela chega em silêncio, quase pedindo licença, como quem sabe que não será celebrada. Poucos morrem de amores por ela. Ainda assim, é nela que o ano começa de verdade. O despertador toca na segunda-feira com a mesma antipatia […]

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